sábado, 5 de setembro de 2009



Futsal: Sistema de Ataque “Padrão Redondo”

Aírton Leite Bastos
União da Vitória – PR – Brasil
cabobasto@yahoo.com.br


Resumo

A situação vivida na época da transição do Futebol de Salão para o Futsal, exigia que posturas diferentes fossem adotadas pelas equipes em atividades. Nesta situação surgiu a idéia de desenvolver um sistema de jogo envolvente que viesse a se transformar além de um sistema, uma atitude de jogo que desse uma dinâmica envolvente e prendesse a atenção dos expectadores, razão de ser da existência do esporte. Valeu a luta e dedicação dos jogadores que se dispuseram a desenvolver uma idéia apresentada a eles fizeram com que o sistema “Padrão Redondo” nascesse e crescesse em importância, assim como se desenvolvesse cada vez mais, fosse ponto de partida para muitas outras criações e adaptações buscando sempre a melhoria dos movimentos nos jogos, melhorando sua plasticidade visual, contemplando cada vez mais o jogo como um espetáculo atrativo para o público e a mídia. Se modificações foram feitas, alterações provocadas o que ficou foi a natureza de movimentação total e constante de bola e jogadores, não dando intervalo entre uma posse de bola e outra acrescentando muito em dinamismo de ação. Podemos detalhar também como importante a transformação ocorrida durante os treinos que exigem da equipe técnica um estudo aprofundado em neurofisiologia e psicomotricidade, o que trouxe como conseqüência um melhor nível técnico ao desenvolvimento esportivo que passou a ser tratado com mais profissionalismo.

Palavras chave: Padrão de Jogo – Movimento de Bola constante – Atitude de jogo



1 Introdução

O Padrão Redondo surgiu da necessidade de mudanças no sistema de jogo do Futebol de Salão. Com as mudanças que estavam acontecendo nas regras do Futebol de Salão, aqueles sistemas ortodoxos, não levariam o esporte a evolução esperada para torná-lo um esporte Olímpico, era necessário, portanto algumas mudanças nos padrões de jogo.
Veio então a idéia do “Globo da Morte” em que três motoqueiros andam dentro de um pequeno globo, em círculos padronizados por velocidade constante e percurso, sem se chocarem. A partir dessa idéia passou-se a adotar o rodízio circular, em que todos os jogadores estariam em movimento ao mesmo tempo, e não apenas aquele de posse de bola, o que abriu então um leque de opções de jogadas, posicionamentos, lançamentos, movimentos em “W”, movimento em paralelas e diagonais, expandindo as possibilidade de jogo de forma tão infinita que a cada dia que passa se percebe um movimento novo, ou uma jogada diferente partindo do mesmo principio padrão.
O mesmo foi batizado então de “Padrão do Redondo” e posteriormente “Padrão Redondo”, com grande sucesso nos resultados alcançados por aqueles que o adotaram. Alguns treinadores o aperfeiçoaram ao seu estilo, e alguns jogadores que atuaram como iniciantes do movimento e futuramente se tornaram treinadores, foram aperfeiçoando cada vez mais o movimento “Padrão Redondo”.


2 Referencial Teórico

Ao tentar implantar o padrão redondo a preocupação era que este não fosse apenas mais uma idéia de movimento que se tornasse inviável e confuso, mas sim um sistema de ataque que desse ao jogo um movimento de bola constante.
Na tentativa de buscar algo novo, e que ficasse longe daquele modelo ortodoxo predominante, foram feitas análises de várias equipes e de vários esportes, buscando uma idéia que se adaptasse ao Futsal e ao então recém criado Padrão Redondo.
O que mais chamou a atenção foi o modelo de “Jogo de Triângulos” utilizado pelo Chicago Bulls, e criado pelo seu treinador Phill Jackson. Segundo Jackson (www.whatphrasri.int.net/eng/phill%20jackson.htm), a necessidade de se criar e utilizar o “jogo de Triângulos”, surgiu do isolamento de “Jordan”. Para Jackson a forte marcação exercida pelos adversários em cima de Jordan isolava jogadores com menor capacidade de precisão nos arremessos, com a inclusão do jogo de triângulos, o vai e vem da bola descrevendo triângulos em várias direções, faria com que em determinado momento o sistema de ataque conseguiria isolar Jordan, seu melhor arremessador.
Dividindo então o jogo de futsal em etapas teria inicialmente a defesa, com uma postura agressiva dando o mínimo de espaço para o adversário, deixando sempre uma ponte para troca de passes laterais, porém sem permitir que seu jogo evoluísse ou criasse um volume relevante. Imprimindo uma velocidade de trajetória de bola sempre em ritmo aumentado, faz com que o adversário cometa erros que proporcionem a posse de bola a quem está defendendo.
Com posse de bola a defesa iria fazer a transição para o contra ataque, inicialmente um contra ataque imediato ou como observa Carvalho (2001), um contra ataque primário, fazendo a bola flutuar em movimento constante, em forma de triângulos mais obtusos com toques de primeira ou no máximo dois toques, trocando sempre no sentido lateral diagonal, obrigando a defesa adversária balançar a cabeça. Em um segundo momento, se a bola tivesse que retornar para trás em um movimento de ângulo mais fechado, desenhando um triangulo mais reto, seria então o posicionamento ainda de contra ataque, que citando Carvalho (2001) pode-se chamar de contra ataque secundário. Esta situação ainda conta com o movimento inicial do contra ataque primário, mas com uma característica diferenciada nos movimentos angulares dos triângulos, agora mais retos, com a bola flutuando entre uma lateral e outra, voltando para trás e para frente ainda com o objetivo de balançar a cabeça da defesa adversária, e não deixá-lo tomar uma postura defensiva com base sólida, mas sim fazendo com que sua defesa esteja sempre com coberturas e dobras em um lado proporcionando o isolamento de jogadores para o arremate final.
O ataque deve estar dividido em dois momentos, o primeiro momento é a troca de passes entre os companheiros, buscando o movimento “Padrão Redondo”, com bolas longas e curtas em movimento circular constante dos jogadores e movimento de bola em triângulos, fazendo a defesa flutuar de um lado a outro e da frente para trás e vice versa até que em um segundo momento quando a bola fosse infiltrada nas costas da defesa obrigando dobras e coberturas, tivesse início um rali de bolas rápidas e movimento constante até isolar um jogador em condições de arremate, em uma situação idêntica aquela de contra ataque.
Este movimento de bola constante no ataque e contra ataque, tem como objetivo de acordo com Carvalho (2001, p. 15), “[...] isolar jogadores em situação de arremesso [...]”, ou seja, desgarrar um jogador do grupo para receber a bola isoladamente em condições de arremate imediato e preferencialmente no sentido oposto ao da bola.
Então, o ritmo constante do “Padrão Redondo”, somado à trajetória em triângulos da bola, fez com que aumentasse o movimento de bola e de jogadores, aumentasse a plasticidade do jogo deixando o jogo mais aberto aumentando o número de gols marcados, tornando-se um espetáculo melhor aos expectadores. Assim o sistema “Padrão Redondo” deixa de ser apenas um sistema ataque para se transformar em uma atitude de jogo, em que defesa ataque e contra ataque se tornam movimentos de um limiar muito próximos que se confundem entre si.
Como conseqüência exige uma maior preparação física, técnica e tática. A preparação técnica e tática de acordo com Tubino e Moreira (2001, p. 167) “[...] é componente de um treinamento desportivo responsável pela melhoria das possibilidades técnicas de uma equipe”. O preparo técnico busca de acordo com Tubino e Moreira (2001, p. 167) “[...] o automatismo desejável dos gestos esportivos, a fluência dos vários movimentos em conjunto”. Paralelo a isso o preparo tático busca o desenvolvimento do pensamento tático. Esta situação exige do atual jogador de futsal inserido no “Padrão Redondo” uma nova orientação espacial.

2.1 Neurofisiologia aplicada ao Padrão Redondo

Conforme a estrutura de jogo estabelecida pelo padrão redondo é assimilada pelos jogadores, se percebe a necessidade de transcender a forma de treinamento saindo daquele lugar comum de físico puramente físico, técnico individual voltado para a aquisição e melhoria das habilidades dentro das capacidades de cada um e tático dentro de um plano de jogo estático com jogadas previamente desenhadas.
Ao movimentar a bola de um lado a outro da quadra, com movimentos triangulares para frente e para trás em alta velocidade, os jogadores de defesa balançam a cabeça em movimentos rápidos procurando a bola, arrancam velozmente e trocam constantemente de direção até que em determinado momento perdem a orientação espacial. Isto acontece porque na orelha se encontra órgão vestibular-coclear. Compõe o aparelho vestibular o utrículo e o sáculo que com os canais semicirculares com um liquido denominado endolinfa, são partes integrantes dos mecanismos responsáveis pela manutenção do equilíbrio. Localizado nas paredes do sáculo e do utrículo está a mácula, área sensorial responsável pela decteção e orientação da cabeça, na mácula estão os otocônios e as células ciliares que fazem as sinapses com os neurônios sensoriais do nervo vestibular.
Quando em movimentação a endolinfa dos canais semicirculares move-se na direção oposta ao movimento da cabeça, e quando ocorre uma parada brusca ou uma rápida troca de direção, a endolinfa tende a continuar a rodar. Neste momento ocorre a parada dos disparos das células ciliares, assim os canais semicirculares transmitem um sinal de polaridade que a cabeça começa a rodar, e de polaridade oposta para a cabeça parar de rodar e de acordo com Kovalco,
www.biociencia.org/index (1998) “A rápida troca de direção desequilibra a pessoa por conter informações conflitantes[...]”.
O primeiro passo é estabelecer novas ligações neuronais não utilizadas durante a fase de treinamento tecnicista especialista das antigas funções ortodoxas do futsal. Baseados em Goleman (1995, p.238) que enfatiza “[...] por um processo conhecido como “poda”, o cérebro, na verdade, perde ligações neuronais menos usadas e forma outras, fortes, nos circuitos sinápticos mais utilizados”. Os jogadores então irão construindo em sua memória coletiva um mapa de novos caminhos de bola, que irão compor o engrama coletivo do grupo.
Ao analisar as jogadas que surgem dentro do movimento do padrão redondo, se percebe que algumas delas têm uma estrutura bastante complexa e de difícil execução, entretanto, essas estruturas partiram de estruturas mais simples, que no treinamento foram realizadas através de algumas seqüências de sub-rotinas hierarquicamente organizadas para executar um plano de metas de jogadas. As sub-rotinas são partes de movimentos treinados separadamente e que no final compõe o movimento total ao rodar o padrão redondo. Assim o desenvolvimento das jogadas se estabelece no cognitivo através de um processo de acúmulo de conteúdos organizados em vários movimentos relacionados dentro da mesma estrutura hierárquica denominada por Ausubel, Novak e Hannesian (1980) in Tani (2002), de subsunção.
Assim os treinamentos ganharam novas dimensões, pois os jogadores não podem se limitar a fazer o movimento exigido pelo jogo, mas também atuar sobre ele pensando e analisando criticamente o sentido do movimento, para que esse faça parte do engrama coletivo, o que determinou uma nova estrutura de treinos a partir de então.

2.2 O Treinamento

A partir da nova idéia de utilização do padrão redondo como movimento de bola constante e das sub-rotinas para estabelecer signos e subsunçores, os treinamentos passaram a simular situações de jogo que desenvolvidas separadamente através de JDC fariam parte de um todo quando acionada a subsunção. Este desenvolvimento se estabelece dentro de uma tendência Crítico Superadora defendida por um Coletivo de Autores (2003), em que o conhecimento buscado é sistematizado em ciclos e tratado de forma historicizada e espiralada, conforme o seu grau de complexidade, e também em uma tendência Crítico Emancipatória defendida por Kunz (2001) que parte da concepção de movimento dialógica em que o movimento humano é entendido como uma das formas de comunicação com o mundo.
Torna-se também necessário uma análise mais expressiva nas capacidades individuais que de acordo com Tani (2002), são na sua maior parte determinadas geneticamente, poucas em número não sofrendo mudanças com a prática, e nas habilidades coletivas, que se consegue alcançar com a prática constante, são muitas em número, são modificáveis através da prática e experiências capacitadoras, porém dependem das capacidades.
A análise crítica feita durante os treinos pelos componentes da equipe, irá esclarecer onde, quando, porque e como utilizar determinado movimento, pois de acordo com Tani (2002, p. 112) “[...] o ser humano, na aprendizagem, adquire habilidades que implicam saber como, quando e onde utilizar movimentos de maneira a atingir eficazmente objetivos estabelecidos intencionalmente”.
Assim o oferecimento durante esses treinamentos de oportunidades desafiadoras aos jogadores, mas praticáveis por eles, de acordo com Bruner(1978) in Tani (2002), poderão levá-los a uma progressão do desempenho atlético, e esse desempenho atlético ira formar no conjunto total dos jogadores a composição tática da equipe.
Assim sendo, com o padrão definido e os treinamentos efetivados de forma hierárquica durante os coletivos e os jogos, irão aparecer as oportunidades de jogadas em movimento de bola constante que foram adquiridos e apropriados durante os treinamentos, onde serão acionados pelos subsunçores quando do reconhecimento dos signos durante o jogo, assim como as variáveis para transpor os obstáculos de defesa criados pelo adversário. Isto irá acontecer pelo maior número de ligações neuronais que os jogadores irão adquirir durante os treinos, pois este processo de acordo com Golemam (1995, p. 238) “[...] é constante e rápido; formam-se ligações sinápticas em questão de horas ou dias, a experiência [...] esculpe o cérebro”.
Portanto, o treinamento desportivo passou a ficar mais complexo exigindo da equipe técnica um maior conhecimento na área da neurofisiologia e psicomotora, assim como dos jogadores uma maior dedicação em movimentos aparentemente infantis e fora do contexto paradigmático até então conhecido por todos.


3 Desenvolvimento Metodológico

O sistema de jogo “padrão Redondo” apresenta como diferencial de qualidade positiva uma postura com atitude objetiva durante todo o jogo, sua movimentação total de bola e de jogadores dão uma plasticidade ao jogo que torna agradável ao público expectador. Ainda cria dificuldades para a defesa adversária, que pelo rodar da cabeça perde facilmente a orientação espacial e o equilíbrio dinâmico permitindo ao ataque a concretização do arremate quase sempre em condições de marcar o gol. Ao fazer uma defesa agressiva sobre o adversário este também deverá fazer um movimento intenso para não perder a posse de bola, o que dará uma dinâmica de grande movimentação em todo o decorrer do jogo.
Em contra partida, é um sistema de jogo que pode não dar o resultado esperado quando realizado em uma quadra com medidas mínimas e uma defesa posicionada atrás da linha intermediária de sua própria quadra. Outra situação que pode prejudicar a utilização do padrão redondo é o pouco número de jogadores para uma troca constante, já que o ritmo exigido pelo jogo força necessariamente a presença de um grande número de jogadores capacitados para não deixar que o ritmo caísse durante as trocas.

3.1 O Padrão Redondo

a) Partindo da posição 3 x 1
b) Antes do lançamento do goleiro o jogador do meio sai na diagonal
c) O jogador da posição pivô deriva para a ala oposta à saída do homem do meio
d) O goleiro lança a bola a um dos alas. Neste momento a equipe estará em 2 x 2
e) Ao receber a bola o jogador passa ao colega da ala oposta e deriva para o meio
f) A bola é lançada de volta, com o colega em posição mais centralizada
g) Ao receber carrega a bola para cima do próprio companheiro que lhe fez o passe
h) Este desce ao fundo da quadra
i) Os outros dois até então no fundo se deslocam no mesmo sentido circular.
j) O jogador de posse de bola faz o passe ao colega que acabou de entrar na ala
k) E este inicia um novo movimento rotativo.


3.2 Defesa Adversária

O movimento circular do padrão redondo impõe a defesa adversária uma obrigatoriedade de flutuação atrás do seu marcador, caso não o faça este jogador poderá entrar por dentro, pelo meio e receber a bola para dar início ao rali com o jogo de triângulos. A defesa adversária ao se defrontar com o sistema padrão redondo, encontrará muitas dificuldades para uma boa defesa, pois:
a) Fica impossibilitada de praticar uma boa defesa por zona.
b) Se as alas estiverem abertas, a bola será lançada pela diagonal do meio, tanto ao jogador do mesmo lado quanto ao jogador do fundo oposto.
c) Se o meio estiver fechado a bola poderá ser lançada na paralela da linha lateral.
d) Os defensores deverão acompanhar na marcação dificultando a troca e a flutuação.
e) O defensor terá dificuldade em acompanhar seu marcador, pois se o acompanhar de muito perto perderá o contato com ele em uma troca brusca de direção, se acompanhar de longe deixará espaço para a bola entrar.

Para uma equipe que se depara com um adversário jogando em um “Padrão Redondo” bem executado, resta a alternativa de puxar sua defesa para além da intermediária de sua própria quadra, onde os espaços para infiltrar a bola ao ataque e desenvolver os triângulos fica mais reduzido, aumentando os erros não forçados de passes, diminuindo o espaço para o isolamento do jogador que irá buscar o arremate final. Além disso, a velocidade de execução que o padrão redondo exige deixará seus executores em linha, o que proporcionará uma saída facilitada ao contra ataque quando da roubada de bola.





4 Considerações Finais e Conclusão

Muitas são as equipes que se valem do sistema de jogo “Padrão Redondo”, algumas dessas equipes são treinadas hoje por pessoas que quando atletas vivenciaram a elaboração deste sistema, outros tantos utilizam por terem gostado da aplicabilidade do sistema, contudo o que mais importa é que este sistema cresceu se expandiu e atingiu seu objetivo inicial que era o de ser uma alternativa de jogo ao Futsal.
Também se percebe que ao longo dos anos o padrão redondo foi sofrendo algumas modificações e adaptações, porém as mesmas não fogem do princípio básico de sua criação, que é o movimento total de jogadores e velocidade continuada da bola. Algumas dessas modificações se percebem ficaram melhores que a idéia original, outras nem tanto, porém todas elas têm sua razão existencial de ser.
Algumas equipes com jogadores fora de série utilizam este sistema para justamente isolar seu craque em condições de arremate, pois o mesmo sofre uma marcação pessoal muito forte, outras equipes sem contar em suas fileiras com um destaque potencial, o utilizam para dar a força necessária do conjunto, pois na movimentação constante joga-se sempre com quatro jogadores em condições de arremate.
Houve também durante o período de existência do padrão redondo, uma adaptação dos atletas no sentido de não mais buscar uma posição fixa e especializada, mas sim uma atuação em todos os setores da quadra sem detrimento de nenhuma delas.
Desta forma entende-se que o sistema de jogo “Padrão Redondo” vem contribuindo para o desenvolvimento evolutivo das equipes de Futsal, assim também como contribui com a criatividade de treinadores e jogadores na formulação de novas maneiras de aproveitar uma idéia simples, mas com grande influência na formação de maneiras diversas de atuar no Futsal.


5 Bibliografia

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